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Por Santo de Casa - 16 de abril de 2010.

‘Jogo aberto’ é arma de melhores empresas para trabalhar

Confira a reportagem de Fernando Scheller, de O Estado de S. Paulo, sobre a importância da transparência em grandes organizações.


O combate à incerteza dos trabalhadores e à “rádio corredor” em tempos de mudanças ou crise é apontado pelas empresas brasileiras mais bem colocadas na edição 2010 do prêmio “Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina”, do Instituto Great Place to Work, como a principal arma para a garantia da satisfação dos funcionários. Para executivos da Caterpillar do Brasil (3.ª posição no ranking, atrás da Kimberly Clark de El Salvador e da IBM do Peru) e da Chemtech (7.º lugar), o salário deve ser justo, mas dinheiro não cria um bom ambiente de trabalho.


Segundo o presidente do Instituto Great Place to Work, José Tolovi Júnior, os vencimentos devem estar dentro do nível razoável do mercado. “Se o salário for alto demais, a pessoa ficará na empresa pelo motivo errado. Deixará de aceitar propostas estimulantes porque está financeiramente confortável. Entre as melhores empresas para trabalhar no mundo todo, nota-se que o pagamento é justo.”

Embora as características que tornam uma empresa boa para trabalhar não sejam palpáveis, elas garantem resultados práticos, segundo a Great Place to Work. De acordo com o presidente do instituto, em 2009, quando a economia andou para trás em boa parte da América Latina, as cem empresas do ranking na região tiveram crescimento médio de 18,6% no faturamento.


Para Luiz Carlos Calil, presidente da fabricante de máquinas Caterpillar, de Piracicaba (SP), transparência cria união. Em 2008, quando a empresa sofreu uma queda de 80% em suas exportações, o executivo fez questão de ir à fábrica conversar pessoalmente com os funcionários sobre eventuais demissões. Mesmo com o corte de mil vagas, a companhia optou por fazer comunicados claros aos funcionários: com isso, os boatos foram mantidos em patamar mínimos.


Com a amenização da crise e as boas perspectivas de crescimento, especialmente nos setores de construção e mineração, a Caterpillar já iniciou o processo de recontratação de profissionais, readmitindo quase 50% dos funcionários dispensados na crise. A empresa fechou 2009 com cerca de 4 mil funcionários, número que deve subir a 4,8 mil até o fim deste ano. A média de tempo de casa dos trabalhadores na Caterpillar é de dez anos.


Reestruturação

Para a Chemtech, empresa do Rio especializada em projetos de engenharia e solução industrial, a mudança veio em uma reestruturação societária. Fundada em 1989 por três engenheiros, a companhia teve o controle acionário comprado pela Siemens em 2001 e foi inteiramente adquirida pelo grupo alemão sete anos depois. No início de 2010, veio a “separação” definitiva do desenho inicial: dois dos fundadores da Chemtech, incluindo o presidente Luiz Eduardo Rubião, deixaram a companhia.


A Chemtech tem hoje 1,3 mil funcionários. O principal cliente é a Petrobrás, embora também tenha contratos de fornecimento com Vale, CSN e Braskem. Apesar do crescimento, a diretora de recursos humanos da empresa, Denise Cardoso, conta que as estratégias de comunicação da empresa com os funcionários foram mantidas pela nova controladora.


No total, 17 empresas brasileiras fazem parte da lista divulgada na terça-feira, 13, pelo instituto.

Veja as primeiras 25 empresas do ranking:


1.  Kimberly Clark (El Salvador)

2.  IBM (Peru)

3.  Caterpillar (Brasil)

4.  Telefónica Movistar (Equador)

5.  JM Marriott Lima (Peru)

6.  FedEx (América Central e Caribe)

7.  Chemtech (Brasil)

8.  Asevig (Equador)

9.  Coca-Cola (Chile)

10. Quala (Colômbia)

11. Sodimac (Peru)

12. DJ Orthopedics (México)

13. CinePlanet (Peru)

14. Kimberly Clark (Honduras)

15. Novo Nordisk (Argentina)

16. Interseguro (Peru)

17. Kimberly Clark (Equador)

18. Colombiana Kimberly Colpapel (Colômbia)

19. Interbank (Peru)

20. Colcafé (Colômbia)

21. CONTPAQi (México)

22. BancoEstado Microempresas (Chile)

23. Telefónica Movistar Colômbia (Colômbia)

24. Kimberly Clark (Bolívia)

25. Amanco (Equador)


Outras empresas brasileiras na lista, por ordem alfabética:

- Accor

- Cisco do Brasil

- Coelce

- FedEx Brasil

- Google Brasil

- Kaizen

- Kimberly Clark Brasil

- Laboratório Sabin

- Magazine Luiza

- Microsoft Brasil

- Monsanto Brasil

- Plascar

- Pormade Portas

- Promon

- Unimed Missões



Fonte: O Estado de S. Paulo

Publicado em: Geral

  1. Bruna
    09/08/2010

    Estou fazendo um tcc referente ao assunto de Endomarket com fonte de resultado para as pequenas e micro empresas,na sua opinião vale a penas investir nesse metodo,os resultados são lucrativo ? Você tem exemplos de pequenas ou micro empresas pq eu está avaliando e acrescentando em minha tese ?

  1. paola
    23/10/2010

    paola quero jogar um jogo de partão

  1. Cosmetic Surgery Prices
    29/04/2011

    Hola a todos. Estaba navegando por Internet por diversión y me encontre con su sitio web. Estupendo! Muchas gracias por compartir tu experiencia! Es bueno saber que algunas personas ponen en un esfuerzo en la gestión de sus sitios web. Volvere de nuevo

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  1. Gravatar

    Nome 07/02/2012

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