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Por Santo de Casa - 31 de maio de 2010.
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Seis em cada dez profissionais estão estressados pelo excesso de tarefas e desejam ter uma vida mais equilibrada. Descubra os fatores que emperram sua produtividade e aprenda como trabalhar menos e melhor. Confira a matéria da revista Você S/A. | |
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Por Santo de Casa - 28 de maio de 2010.
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A Santo de Casa Endomarketing tem como uma de suas prioridades colocar em prática dentro de casa aquilo que oferece ao mercado, procurando sempre encantar os funcionários.
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Por Parahim - 27 de maio de 2010.
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Para divulgar a nova rede interna de comunicação da HERC, a Santo de Casa criou uma campanha de lançamento direcionada a todos os colaboradores. O nome Comunidade HERC foi escolhido para a rede de comunicação pela sua importância dentro da empresa, uma vez que foi sugerido pela colaboradora Simone Borges, do Controle de Qualidade, e representa o espírito de trabalho e convívio existentes internamente. A Comunidade HERC, que antes era apenas um jornal bimestral, agora é uma rede composta por informativo impresso, newsletter, intranet e mural, trazendo informações dirigidas e ao alcance de todos os públicos da empresa.
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Por Parahim - 27 de maio de 2010.
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Para buscar a meta de participação na pesquisa de clima interno da NET, realizada através da pesquisa Melhores Empresas para Trabalhar – Great Place to Work, a agência Santo de Casa inovou e criou um Opiniômetro, ícone gráfico que representa um medidor de adesão à pesquisa. Unindo atributos de troca de informação com os benefícios de norteadores que a pesquisa traz à empresa e aos colaboradores, o recurso gráfico compôs um marcador de combustível inserido em um balão de fala cujo ponteiro foi marcando a porcentagem de colaboradores que responderam aos questionários ao longo da campanha.
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Por Santo de Casa - 27 de maio de 2010.
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Psicólogos sempre estudaram os gemidos e olhares da comunicação não-verbal, os tons vocais e expressões faciais que carregam emoções. Um tom de voz ameno, uma encarada hostil – ambos possuem o mesmo significado em Terre Haute ou Timbuktu, e figuram entre os vários sinais que formam um vocabulário humano universal.
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Por Santo de Casa - 25 de maio de 2010.
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Por Daniela Ubal Quando faleceu em 2004, assim como Van Gogh, que morreu na penúria sem saber que estaria adornando paredes multimilionárias num futuro próximo, o jornalista sueco Stieg Larsson não desfrutou dos louros de sua trilogia Millenium, lançada pouco antes de morrer subitamente. A obra homônima, “Os homens que não amavam as mulheres”, encabeçou a lista de best-sellers na Europa e em 2009 ganhou versão na grande écran das salas de cinema do mundo todo. No Brasil, os livros não tiveram tanta força. Em Porto Alegre, apenas o cinema Guion exibe o longa atualmente. Para apreciar a história de Larsson é preciso esquecer as casas de campo dos lordes ingleses, ou a aparência lúgubre dos criados das mansões vitorianas de Conan Doyle ou Agatha Christie. O romance de Larsson se passa na fria Suécia, mais precisamente no interior do país. O Sherlock Holmes da vez é o jornalista irônico e boa pinta Mikael Blomqvist, editor-chefe da revista Millenium. Acusado de caluniar um poderoso e corrupto executivo em uma reportagem que parecia verossímil, é obrigado a manchar a impecável carreira atrás das grades. Isso, no entanto, não impede que o industrial Henrik Vanger reconheça a coragem do jornalista e o recrute para dar fim a um mistério, que à primeira vista, parece desalentador: o sumiço da sobrinha Harriet Vanger há 40 anos. Para solucionar o caso, Blomqvist ganha uma companheira. Se você achou que se trata de uma loura nórdica, encaracolada e exuberante está enganado, e como. Lisbeth Salander é punk, anoréxica, depressiva, sombria, hacker, mas adorável. O antagonismo dos protagonistas, por sua vez, é a cereja do bolo no romance, impossível de largar até mesmo para um cafezinho. Com o desenrolar da trama, as maiores vítimas, como já alerta o nome, serão as mulheres, e a parceira de Blomqvist não deixará barato. O jeitão transgressor e anti-social da detetive mais esquisita do mundo é memorável (todos nós temos um pouco de Miss Salander). Com uma narrativa dinâmica, Larsson nos leva aos mais recônditos podres da sociedade e da mente humana, invisíveis para as autoridades, mas inesquecíveis para as vítimas. Uma obra totalmente recomendável. Dica: Comece o livro no fim de semana. Se escolher uma segunda-feira provavelmente na terça terá muito sono! | |
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Por Santo de Casa - 25 de maio de 2010.
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![]() À esquerda, Helena Brochado, gerente de DHO de Porto Alegre, entrega à colaboradora Suelen, um brinde sorteado no evento, ao lado de Daniel Costa O Diretor de Consultoria e Planejamento da Santo de Casa, Daniel Costa, foi um dos palestrantes da “Jornada do Desenvolvimento”. O evento, realizado de 10 a 13 de maio, é uma iniciativa da NET Porto Alegre, que tem por objetivo promover o desenvolvimento de seus colaboradores, proporcionando palestras diferenciadas sobre temas relacionados ao trabalho. Daniel, que abordou a “Comunicação Interna: como utilizá-la para melhorar os resultados da sua empresa”, conta que os participantes fizeram uma ótima avaliação sobre o tema e tiveram a oportunidade de compartilhar suas experiências. O evento é considerado um marco em Porto Alegre, além de estreitar o relacionamento com a filial gaúcha, uma vez que a Santo de Casa atende a NET corporativamente. | |
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Por Santo de Casa - 24 de maio de 2010.
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O curso ‘Planejamento e Gestão de Endomarketing e Comunicação Interna’, ministrado pelo diretor de Consultoria e Planejamento da Santo de Casa, Daniel Costa, reuniu profissionais de reputadas organizações empresariais.GoodCard, Herc, ThyssenKrupp Elevadores, Ecofrotas, Sthil, Marcopolo, Bettanin, Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre – CDL, Sicredi, Sulmaq, NET POA, Santa Clara e ABDO, marcaram presença dias 19, 20 e 21 de maio, na sede da Santo de Casa. Com turmas pequenas, o curso tem por objetivo capacitar gestores, analistas e demais profissionais de RH, Comunicação e Marketing a implementarem melhorias nos programas de suas empresas. | |
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Por Daniel - 22 de maio de 2010.
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Capítulo 1 – Sempre fui bom com números Leléco. Era assim que me chamavam na infância e na adolescência. Naquela época, confesso que não gostava do apelido, mas agora essa palavra me soa tão familiar. Pudera, com tantos amigos que eu não via há décadas, aqui reunidos. Me lembro dos cabelos compridos e da barba mal feita que eu exibia com orgulho como sinal de rebeldia. Meu pai, um homem truculento, capitão da reserva, não tolerava meus hábitos pouco higiênicos, as roupas que costumava vestir, tampouco as músicas que me inspiravam. O “General”, como meu irmão e eu o batizamos carinhosamente, avançava firmemente do seu quarto até o nosso, fazendo ranger o assoalho de madeira rústica da velha casa no Petrópolis com sua marcha ritmada, e proferia com voz gutural: - Abaixem o volume desta música de doidos! Ficava lá, parado sob o umbral, exibindo suas feições rudes, marcadas pelo tempo de caserna, a mandíbula larga tremendo de raiva, os ralos cabelos cuidadosamente ajeitados com vaselina, e o volume da barriga coberto pelo roupão grená, até que abaixássemos o volume do hi-fi recém comprado com a venda de nossa coleção de gibis. Nossa mãe, resignada, tratava de amansar a fera como podia. “Não seja tão duro com os meninos”, repetia com freqüência, sem muito sucesso. Era uma mulher forte, gringa de Antônio Prado, que todos os domingos cortava manualmente o macarrão que servia à família. Tinha uma sabedoria pragmática, minha mãe. Recomendava que estudássemos para ser alguém na vida, e usava os poucos tostões que ganhava com a venda de cucas à vizinhança para nos comprar livros, que devíamos ler e contar pra ela, depois, com a maior riqueza de detalhes possível. O pai recebeu com euforia a notícia da “revolução” em 64. Estava certo de que o país, finalmente, seria salvo pelas mãos firmes do regime. Eu não me importei muito com aquilo tudo, meus interesses aos quinze anos eram outros, e só fui entender o que estava acontecendo, dois anos mais tarde, quando levei alguns sopapos de policiais que invadiram o grêmio da escola em busca de ativistas subversivos. Desde então minha vida mudou bastante. Ao contrário do que o General queria, uma inscrição na escola de engenharia do exército, fiz e passei no vestibular de economia da federal, e já no primeiro mês fazia parte do diretório acadêmico. Fui galgando posições na hierarquia estudantil após ser preso duas vezes (prisão dava status naquele tempo) por discursar no pátio da faculdade. Já na primeira, cortaram minhas longas melenas. Ainda lembro com saudades dessa época. | |
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Por Santo de Casa - 20 de maio de 2010.
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Verificar e-mails pessoais no horário de trabalho, bater papo pelo Messenger e realizar reuniões que acabam desfocando o tema proposto do encontro são alguns dos itens que podem prejudicar a produtividade.
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