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Por Santo de Casa - 27 de maio de 2010.
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Psicólogos sempre estudaram os gemidos e olhares da comunicação não-verbal, os tons vocais e expressões faciais que carregam emoções. Um tom de voz ameno, uma encarada hostil – ambos possuem o mesmo significado em Terre Haute ou Timbuktu, e figuram entre os vários sinais que formam um vocabulário humano universal. Nos últimos anos, entretanto, pesquisadores começaram a focar num tipo diferente de comunicação sem palavras, muitas vezes mais sutil: o contato físico. Toques breves, segundo eles – seja um vivaz cumprimento, uma mão apoiadora no ombro ou um toque apavorante no braço -, podem comunicar uma gama ainda mais ampla de emoções do que gestos e expressões, e algumas vezes o fazem com mais rapidez e precisão do que palavras. “É a primeira linguagem que aprendemos”, afirmou Dacher Keltner, professor de psicologia da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e autor de “Born to Be Good: The Science of a Meaningful Life” (Norton, 2009), e segue sendo, segundo ele, “nossos meios mais ricos de expressão emocional” através da vida. As evidências de que tais mensagens podem levar a mudanças claras – e quase imediatas – em como as pessoas pensam e se comportam estão se acumulando com rapidez. Fonte: Yahoo Notícias – Clique aqui e leia mais… | |



























