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Por Santo de Casa - 22 de junho de 2010.

A recente partida de futebol entre Brasil e Costa do Marfim, dia 20 de junho, durante a Copa do Mundo na África do Sul, rendeu emoções que mesclam alegria e sentimento de injustiça. O jogo resultou em 3 X 1 para o Brasil, marcações equivocadas, chutes nas canelas, jogador lesionado e expulsão de um craque. E a sensação que fica é a de que a arbitragem do francês Stephane Lannoy falhou, permitindo que uma série de discrepâncias acontecesse. Afinal, durante uma partida, o juiz é o líder naquele espaço de tempo do jogo e, como tal, deve ser justo, respeitando as regras determinadas pela Federação Internacional de Futebol (FIFA).

De acordo com o site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que segue as normas da FIFA, a “arbitragem exige concentração, controle emocional, pleno domínio das regras do jogo, bom posicionamento em campo”, entre outras atribuições.

Na opinião de torcedores que acompanharam a disputa, muitas considerações recaíram sobre a liderança do juiz. E a Santo de Casa também quis ouvir seus colaboradores sobre o que eles acharam do evento de domingo passado.


“A atuação do juiz na partida de domingo foi uma das piores de todas as Copas do Mundo. Do lado do Brasil, o juiz errou sendo complacente com o uso da mão no domínio da bola, que possibilitou o segundo gol brasileiro, erro que influenciou diretamente no resultado da partida. Erro que só não foi pior que a complacência com a violência dos jogadores da Costa do Marfim, falta de pulso que levou a partida a um nível indigno de partida de Copa do Mundo, inclusive colocando jogadores sob risco de sérias lesões. Um desastre, que deveria ser severamente punido pela Fifa.”

Parahim Neto, Diretor de Criação e Propaganda Interna


“No contexto geral, o juiz deixou a desejar. Expulsou o Kaká, mas não viu que o gol do Luis Fabiano teve uma mãozinha divina. Tudo bem. Entendo que da posição dele não era possível ver que o jogador ajeitou a bola com a mão, mas a expulsão do Kaká foi péssima. Ele apanhou o jogo todo, levou dois cartões amarelo e, com isso, foi expulso. Mas não diria que o juiz foi omisso. Ele não teve pulso para segurar um jogo com os nervos à flor da pele, como entre Brasil e Costa do Marfim. Como líder ele ainda terá um longo caminho. Pois, um bom líder deveria ter esfriado os ânimos dos atletas, ter demonstrado experiência em jogos mundiais e humildade para aceitar que errou duas vezes: em expulsar o Kaká e em não anular o gol do Luis Fabiano. E cito a frase do site Gambare: Ser um líder não é simplesmente dar ordens de qualquer maneira. É saber orientar os atletas a seguir a direção correta.”

Carla Petry, Jornalista


“Ele foi omisso do início ao fim do jogo, e com isso nós ganhamos e perdemos. Pelo que eu saiba, o juiz é a pessoa responsável por colocar ordem no campo. A partir do momento em que ele não faz a sua parte, o caos impera, e temos um tipo de partida como a do jogo do Brasil X Costa do Marfim, no qual os jogadores estavam mais preocupados em fazer uma bela ‘atuação’ para ver se ganhavam a atenção do juiz, e tivemos uma partida violenta, cheia de infrações mal marcadas. Assistimos ao jogo para ver um futebol arte, e o que tivemos foi uma partida de futebol teatro, com o juiz de ator principal.”

Patrícia Pouzada, Atendimento de Contas


“Certo que o Kaká deu um chega-prá-lá no jogador adversário, eu também daria. Ele é humano! Essa atitude não anula todo o seu passado de bom moço. Aliás, ser bom moço, ser íntegro, não quer dizer ser bobo. E outra: o maior exemplo dele, Jesus, também teve seu momento de ira quando viu pessoas fazendo do templo um lugar de comércio (João 2:16).”

Francieli Zils, Designer Editorial

Publicado em: Geral

  1. Um grande fã da Fran – Frãn Clube
    25/06/2010

    Tô contigo, Fran! E não abro!

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    Nome 07/02/2012

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