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Por carla - 17 de junho de 2010.

Pesquisa da consultoria americana Towers Perrin indicou que 37% dos funcionários de empresas brasileiras se dedicam ‘de corpo e alma’ ao seu trabalho. Entre 18 países, o Brasil ficou atrás apenas do México (54%) no ranking dos países que mais demonstraram o que a consultoria chama de “engajamento” com suas obrigações profissionais.  O levantamento feito em maio e junho de 2007 com 90 mil pessoas procurou medir a motivação dos trabalhadores no ambiente corporativo.


“Para ser considerado um funcionário ‘de corpo e alma’, uma pessoa tem de se envolver com seu trabalho em três dimensões e estar disposta a fazer um esforço extra para alcançar o sucesso.” A média mundial foi 21%, mas na Ásia, os percentuais registraram: Japão, 3%, Hong Kong, 5%, e Coréia do Sul, 8%.


A pesquisa procurou avaliar três dimensões do engajamento dos trabalhadores: a racional (pensar no trabalho), a emocional (se envolver emocionalmente com o trabalho) e a motivacional (agir no trabalho). Para ser considerado um funcionário ‘de corpo e alma’, uma pessoa tem de se envolver com seu trabalho nestas três dimensões, e estar disposta a fazer um esforço extra para alcançar o sucesso.

Em outros níveis de engajamento, os trabalhadores podem desempenhar seu trabalho com competência e eficiência, mas não se entregar ‘de corpo e alma’. “Essa diferença se deve a fatores culturais e culturas de trabalho diferentes no mundo”, explicou Patrick Kulesa, da Towers Perrin.

“É impossível exagerar na importância de uma estratégia de recursos humanos e a influência que ela pode ter sobre o desempenho de uma companhia. No momento em que as companhias estão buscando todo tipo de vantagem competitiva, a própria força de trabalho representa o maior reservatório de potencial inexplorado”, diz Jim Crawley, da Towers Perrin.


Fonte BBC

Publicado em: Geral

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