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Por Santo de Casa - 29 de julho de 2010.
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A busca pelo entendimento das necessidades individuais e o uso da possibilidade de uma empresa beneficiar seus colaboradores são os dois principais conselhos para enfrentar o desafio da excelência empresarial no século XXI, segundo o lama Padma Samten, dirigente do Centro de Estudos Budistas de Caminho do Meio (Cebb), de Viamão. Ele participou do 11º Congresso Internacional da Gestão promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP). Por Adriana Lampert, do Jornal do Comércio
Ao público, o palestrante budista lembrou que “lucidez não tem contraindicações”. “Ver mais é melhor do que ver menos. Vivemos em um mundo onde o obstáculo está no fato de as organizações verem menos”, criticou. Samten chamou atenção para a necessidade de um outro modelo de competência, onde gestores devem buscar entender os processos internos, tanto a nível pessoal, como organizacional. Acostumado a falar sobre como os ensinamentos de Buda podem ser aplicados em atividades econômicas e no mercado de trabalho em diversos eventos voltados aos setores organizacionais, o lama destacou a utilidade da cultura oriental em uma empresa. Entre as “qualidades fundamentais” que devem ser alcançadas por gestores, Samten citou que além da habilidade de entender os outros seres e seus respectivos mundos, ajudar o outro a vencer, saber o alcance e consequência das ações de uma empresa, entender a impermanência de situações diversas nas organizações, saber absorver os obstáculos e transformá-los em vantagem são exemplos de sabedoria que pode ser usada a nível empresarial. A necessidade de “enxergar o próximo” também mereceu destaque na palestra de Roberto Saco, líder da American Society for Quality. “Os professores devem incentivar a criatividade, a descoberta e a paixão individual de seus alunos”, disse, lembrando que é preciso oportunizar um real aprendizado dentro do sistema educacional do século XXI as 1,8 bilhão de crianças no mundo. “Elas têm direito de ser tornar verdadeiros cidadãos do amanhã”, destacou. O norte-americano citou que a eficácia do magistério é o principal impulsionador para uma escola de qualidade. “Isso é responsabilidade dos professores, que devem conhecer o desempenho de seus alunos.” | |



























