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Por Santo de Casa - 15 de fevereiro de 2012.
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A informação foi recentemente divulgada pelo Virginia Tech Carilion School of Medicine and Research Institute e faz parte de uma pesquisa acadêmica. De acordo com o autor do estudo, Kenneth T. Kishida, essa conclusão somente foi possível após uma análise das pessoas estudadas. Ao que parece, 70 pessoas que apresentaram elevados índices de QI foram divididas em 14 grupos e, posteriormente, cada participante teve de responder a 92 questões. “Enquanto eram submetidas a exames de ressonância magnética, duas pessoas de cada grupo eram informadas de seu desempenho com relação aos demais. As que tinham tiveram uma performance inferior à dos demais colegas apresentaram um resultado pior [do exame]”, diz Kishida. Medo e ansiedade “Durante o experimento, notamos que a amídala [região responsável pela agressividade, impulsos sexuais e alguns aspectos da memória] foi ativada”, diz Kishida. Atualmente, os pesquisadores acreditam que a amídala seja ativada por situações emocionais como aquelas que induzem ao medo e à ansiedade. “Esse fato explicaria, inclusive, a alteração de QI dos profissionais, ao serem comparados com outros grupos”, avalia. As mulheres sentem mais “A hipótese é que as mulheres estejam mais adaptadas em promover e perceber o desempenho do grupo e, por isso, sejam mais sensíveis aos diferentes tipos de sinais sociais”, diz Kishida, que acredita que as pessoas do sexo feminino costumem ser mais transparentes em demonstrar o que estão sentindo ou pensando. Fonte: InfoMoney | |
























