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Arquivo do Autor
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Por Santo de Casa - 29 de junho de 2010.
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Profissionais que trabalham demais por que gostam do que fazem podem se tornar reféns da própria carreira. Confira aqui matéria publicada no jornal Zero Hora. | |
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Por Santo de Casa - 28 de junho de 2010.
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Por Santo de Casa - 27 de junho de 2010.
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“Criação sem Pistolão” me atraiu por ser um livro prático, feito por quem é do ramo. Não é daqueles livros teóricos feitos por não-praticantes. A criatividade já está nas primeiras páginas. Para se ter uma ideia, o autor diz começar o livro na página 101, porque metade do necessário para se trabalhar em criação o leitor já tem: a vivência. Acredito nessa premissa, traduz um jargão manjado e que parece preguiçoso, mas que tem propriedade: “nossa maior referência é a vida”. O livro revive grandes peças da publicidade brasileira, mas não se trata apenas de uma seleção de cases. Além de dar dicas – algumas um tanto básicas, outras bem pertinentes – sobre o processo criativo e o crescimento da carreira no ramo publicitário, o autor comenta polêmicas tradicionais do ambiente de trabalho de uma agência. Levanta situações com as quais quem trabalha com publicidade se identifica sem muito esforço. Indico não só para quem gosta e trabalha criando, mas também para quem quer entender melhor o dia a dia de uma agência e suas situações características. | |
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Por Santo de Casa - 26 de junho de 2010.
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Pipoca na panela, que programa legal. Melhor ainda quando reúne uma turma animada como a equipe da Santo de Casa para assistir ao jogo entre Brasil e Portugal, pela Copa do Mundo na África do Sul. Embora o resultado do jogo não tenha sido empolgante, durante a partida não faltou descontração e clima de integração entre os colegas.
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Por Santo de Casa - 24 de junho de 2010.
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Por Santo de Casa - 23 de junho de 2010.
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Por Leonardo Tissot
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Por Santo de Casa - 22 de junho de 2010.
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Por Santo de Casa - 11 de junho de 2010.
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Por Camila Lessa Não sou fã da Martha Medeiros, admito, mas essa obra me surpreendeu. Tudo o que eu queria te dizer é isso mesmo: é tudo o que estava atravessado na garganta e agora não está mais. O livro traz uma série de contos estruturados de forma independente, amarrados por um simples, porém, profundo ponto comum: a necessidade de colocar no papel o que é quase impossível ser dito. São cartas que registram angústia, dor, medo, vergonha, raiva, amor, saudade. São situação tocantes, reveladoras e decisivas, passadas a limpo por remetentes que resolveram aliviar a carga. Acredito que cada leitor encontre nessas histórias alguma passagem pela sua, ou pelo menos se identifique com os sentimentos provocados por elas. Talvez por isso seja difícil não respirar fundo ou não sentir um certo nó na garganta no desenrolar dessas cartas. Vale a pena se aventurar. | |
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Por Santo de Casa - 05 de junho de 2010.
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De quatro em quatro anos, o espetáculo do futebol ganha muito mais que torcedores atentos aos dribles e gols da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Ele consegue reunir apaixonados de todos os times nacionais, hipnotizados pelo clima de empolgação, pelo orgulho de pertencer a um país que é referência no esporte e exibe ao mundo sua arte.
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Por Santo de Casa - 02 de junho de 2010.
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O filme “El Método”, com título traduzido para o Brasil “O que você faria?”, retrata um processo seletivo de executivos que aplica um sistema diferente, o chamado Método Grönholm. São sete candidatos a uma vaga, submetidos a testes psicológicos e dinâmicas que os levam a discussões e situações limite.
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Saber delegar exige confiança naquele que irá executar a tarefa. Nem sempre os gestores se sentem seguros para autorizar alguém a exercer determinada atividade. Acompanhe o artigo de Jaime Wagner sobre os níveis de construção da confiança na autonomia do outro. 























