0
Por Santo de Casa Endomarketing - 26 de julho de 2016.

Conflito na equipe pode agregar valor ou destruí-la.
Bons conflitos favorecem o debate respeitoso e levam a soluções mutuamente planejadas que, geralmente, são bem superiores às propostas iniciais. Maus conflitos surgem quando os membros da equipe simplesmente não conseguem resolver suas diferenças, aniquilando a produtividade e sufocando a inovação.


No entanto, a raiz do problema não são apenas as opiniões divergentes. A maioria dos conflitos destrutivos tem origem num ponto mais profundo: uma incompatibilidade notada na forma como os vários membros da equipe se comportam em relação a uma série de fatores, que incluem personalidade, empresa, raça, gênero e idade.  

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 26 de julho de 2016.

A pesquisa Future of Work feita pela ADP traz 5 tendências mostradas pela força de trabalho no Brasil e no mundo.


Mudanças tecnológicas e culturais sempre nortearam o desenvolvimento dos espaços de trabalho, que estão acontecendo cada vez mais rápido, englobando cada vez mais pessoas.


O efeito dominó desses avanços e as mudanças em massa possuem impactos significativos na forma como as pessoas vivem e trabalham em todo o mundo.



A tecnologia, em particular, tem permitido aos funcionários uma maior sensação de liberdade, eficiência e conectividade sem as limitações tradicionais de tempo e lugar.

 

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 26 de julho de 2016.

Por Sergio Chaia


Sim, isso exige disciplina e processos


Será que sonhar pequeno e sonhar grande dá o mesmo trabalho? Essa foi a pergunta feita por Karina em uma palestra que fiz nessa semana em São Paulo. Pensei bem antes de dizer alguma coisa, pois a pergunta – adaptada de um dos ensinamentos de Jorge Paulo Lemann – pode até perecer fácil de responder.


Mas não é, na verdade. Mexer com sonhos é assunto sério. Falo isso por experiência própria. Já tive sonhos frustados. Realizei outros. E sei bem os sentimentos que cada um deles traz, seja qual for o final da história.





A primeira parte da resposta que dei a Karina é que sonhar é difícil. Quando sonhamos, costumamos interiorizar esse sonho. Correr atrás dele significa, antes de tudo, conviver com nossos medos, nossas inseguranças e até mesmo com nossa autoestima.


Esse processo de acessar os nossos lados escuros nem sempre é fácil e leve. Quando não realizamos o sonho, nós sentimos frustrados por ter sucumbido às dificuldades. E mesmo quando o tornamos realidade, haverá cicatrizes desse enfrentamento interno.


Ouve-se com frequência: “consegui, sim, realizar o sonho,  mas o custo emocional foi grande”.

Claro que, no caso vitorioso, o esforço será sempre recompensado. Mas o caminho até lá é igualmente tortuoso.


Sonhar, portanto, é difícil e dá trabalho. Dito isso, vem a segunda parte da resposta a Karina: sim, sonhar pequeno e sonhar grande tem o mesmo grau de dificuldade.


O ponto central, contudo, não é sonhar, mas sim realizar os sonhos. E isso deve ser feito com processos. Exercite, primeiro, as habilidades de planejamento e  desenvolvimento de competências técnicas e emocionais.


Divida o sonho em etapas e comemore a conquista  de cada uma delas. Isto lhe dará confiança, matéria-prima fundamental para pavimentar o caminho até a realização do sonho. Acredito que praticar a capacidade de realizar sonhos, nos habilita a sonhar mais e mais alto.

É o ciclo virtuoso. Vale para as ambições profissionais. Vale para as aspirações pessoais.



Sonhar é difícil. Sonhar dá trabalho. Sonhar exige prática, dedicação , compromisso  e capacitação intensa. Mas sonhar é sempre muito bom. Tente pensar em como seria sua vida sem sonhos – dos pequenos aos grandes.


Fonte: http://epocanegocios.globo.com/colunas/Ja-pensou/noticia/2016/04/aprenda-sonhar.html

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 25 de julho de 2016.

O consultor de marketing alemão Tim Leberecht explica por que o romantismo é necessário às empresas e como sua proposta difere da do propósito.


“Como posso viver sem minha vida? Como posso viver sem minha alma?” Essa pergunta, que a autora de O Morro dos Ventos Uivantes, Emily Brontë (1818-1848), pôs na boca do personagem Heathcliff, referindo-se à amada Catherine, talvez virasse um “meme do romantismo” se o livro fosse escrito hoje. A pergunta é: Brontë existiria nos dias atuais? E mais: ainda é possível ser romântico na era dos memes?


 

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 24 de julho de 2016.

Imagine a cena: um grupo de pessoas sentadas em uma mesa de bar. Conversa vai conversa vem e aparece o seguinte comentário: poxa, fulano é um saco, só faz coisa errada.

Sem que as pessoas se deem conta, iniciou-se ai um processo de degradação da equipe. Se os demais membros do grupo assumirem a frase como válida, automaticamente o “fulano” começará a ser depreciado pela equipe.

Depois de algum tempo, sem que ninguém perceba, esse comportamento (de criticar o fulano) já se tornou hábito, e todos o fazem, sem nunca terem conversado com o fulano ou nunca terem dado algum feedback para ele sobre a percepção em relação ao trabalho que ele faz ou a algum comportamento que ele tenha.  

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 24 de julho de 2016.

O documentário original da Netflix Eu não Sou o Seu Guru registra a vida do reconhecido life coach e autor de best-sellers sobre carreiras, Tony Robbins, num filme revelador que acompanha os bastidores do grandioso seminário anual Date with Destiny (Encontro com o Destino). Com acesso total sem precedentes aos bastidores, o filme é uma viagem emocional a este evento controverso e modificador.


Anualmente, mais de 200 mil pessoas assistem a um dos programas de Robbins. Durante seis dias e noites, ele instiga os participantes a irem além dos seus limites, através de uma análise à sua verdadeira identidade, as mais profundas, as relações íntimas e a força motriz por trás de todas as suas ações.

 

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 21 de julho de 2016.

Nunca deixe de pedir backup.

Ouvimos isso o tempo todo nos filmes policiais [“Peça backup“, isto é, reforço]. Na vida cotidiana, a tradução seria mais ou menos a seguinte: “Vale a pena ter um Plano B”, ou então, a alusão a um poema de Robert Burns em que ele fala de “planos muito bem traçados” que muitas vezes não dão certo.


Contudo, uma nova pesquisa da Wharton mostra que há uma desvantagem importante em todo plano de backup ― pensar simplesmente da perspectiva de um plano de backup pode fazer com que as pessoas se esforcem menos para atingir seu objetivo principal e, consequentemente, é menor a possibilidade de que alcancem a meta proposta e pela qual se esforçavam.




Jihae Shin, ex-estudante do doutorado da Wharton e hoje professora da Universidade de Wisconsin, e Katherine Milkman, professora de operações, informações e decisões da Wharton, explicam suas descobertas no estudo “Como os planos de backup podem arruinar a realização de um objetivo: a desvantagem inesperada de estar preparado para o fracasso” [How Backup Plans Can Harm Goal Pursuit: The Unexpected Downside of Being Prepared for Failure], publicado no periódico Organizational Behavior and Human Decision Processes.


O estudo foi inspirado em uma conversa que Shin e Milkman tiveram quando Shin se preparava para se candidatar a um emprego de docente acadêmica ao mesmo tempo que concluía o doutorado na Wharton. Enquanto alguns de seus colegas pensavam em planos de backup, ou Plano B, na hipótese de não conseguirem emprego em uma instituição de ensino superior, Shin percebeu que não queria ter backup nenhum porque receava que “se tivesse um plano de backup, isso me levaria a me esforçar menos para atingir meu objetivo, o que, no fim das contas, diminuiria minhas chances de sucesso.”


Shin e Milkman decidiram testar a ideia de Shin. Em uma série de experimentos, elas descobriram que a elaboração de planos de backupdetalhados afetava a motivação das pessoas, que não se empenhavam mais tanto em atingir seu objetivo principal. Por exemplo, depois que todos os participantes de um experimento eram informados de que a realização bem feita de uma tarefa teria como prêmio um sanduíche grátis, ou o privilégio de ir embora mais cedo, alguns deles imediatamente imaginavam “outro meio de conseguir mais dez minutos ou outra forma de conseguir um lanche grátis”, diz Milkman. “Quando os participantes se sentiam impelidos a pensar em outra maneira de atingir o mesmo resultado de alto nível esperado, caso não alcançassem seu objetivo principal, eles se esforçavam menos e tinham resultados piores.”


As pesquisadoras acrescentam que o efeito não estava relacionado com a execução concreta de um plano de backup. “Só de pensar no plano ― ele ainda não existe, não há nenhuma rede de segurança por enquanto, a pessoa só imaginou a existência de uma ― faz com que as pessoas percam o foco do seu objetivo, diz Milkman.


Terceirizando o Plano B

Mas será possível passar realmente pela vida sem pensar em fazer um plano de backup? Milkman diz que não ― e não deveria mesmo ser assim. “Há vantagens enormes na elaboração de um plano de backup“, ressalta Milkman. “Se você não tem nenhum na vida, às vezes as consequências podem ser realmente desastrosas.”


O que se pode fazer, segundo as pesquisadoras, é recorrer a uma dose maior de estratégia que nos diga quando e como fazer um plano de backup. “Talvez você queira atrasar a elaboração do plano até que tenha feito tudo para alcançar seu objetivo principal”, diz Shin.

Ou você pode terceirizá-lo. Milkman diz que embora Shin estivesse empenhada em seu objetivo de conseguir um emprego na academia, os demais mentores de Milkman e Shin já planejavam o que ela poderia fazer caso não conseguisse o que pretendia. “No ambiente de trabalho, se um funcionário recebe uma tarefa, pode-se dizer a ele que não pense em fracasso. Basta apenas colocar, conforme se diz, todos os ovos na mesma cesta e estar ciente de que não é seu trabalho pensar em plano de backup“, diz Milkman. “Esse é o trabalho do chefe, e o chefe não tem de dizer ao empregado que está preocupado com isso.” Ou então, diz Shin, a empresa pode atribuir a um grupo de empregados a tarefa alcançar uma meta, e a outro grupo a responsabilidade de elaborar planos de backup.


As pesquisadoras dizem que o efeito só é importante para objetivos que dependam de esforço, e não de sorte. Além disso, embora seja impossível, muitas vezes, para o mais prudente entre nós não pensar no que pode acontecer se nossos objetivos não forem alcançados, Shin diz que as pessoas podem evitar a elaboração de planos de backup específicos e detalhados. “Quanto mais específicos e detalhados forem os planos de backup, tanto maiores serão seus efeitos negativos”, diz Shin.


“Meu pai me disse quando vim para os EUA fazer meu doutorado que ‘nada de valor na vida vem facilmente’”, acrescentou Shin. “Por isso”, disse ela, “creio que a persistência e a garra para alcançar um objetivo, que poderá ser afetado pela elaboração de um plano de backup, podem fazer diferença na hora de decidir quem alcança e quem não alcança o objetivo proposto”. Shin disse que uma próxima ideia para a pesquisa consistirá em examinar se a sedução do plano de backup influencia o nível de motivação das pessoas para alcançar seu objetivo principal ― isto é, se a elaboração de um plano debackup sem atrativos afetaria menos a motivação do que um plano debackup atraente.

Por fim, depois de conversarem sobre sua perspectiva de emprego, Shin acredita que Milkman talvez esteja pensando num plano de backup para ela. “Pelo que só tenho a agradecer”, disse.


Fonte: http://www.knowledgeatwharton.com.br/article/desvantagem-plano-b-%E2%80%95-e-o-que-fazer-com-ele/

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 20 de julho de 2016.

Por mais incrível que possa parecer, ainda me deparo com muitas empresas (especialmente as de pequeno e médio porte) que carecem de uma “missão” clara de existência. Não falo aqui daquela “missão” que só existe na parede e que não tem reflexo algum na operação, na execução e no cotidiano das empresas. Falo, sim, das missões reais que oferecem especialmente aos funcionários um grande propósito de existência.  

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 20 de julho de 2016.

O ser humano é uma verdadeira fonte de emoções e através do seu comportamento expressa as características de sua personalidade, mesmo que de forma inconsciente.

Muitas organizações, por exemplo, quando realizam um processo seletivo não avaliam o candidato apenas por sua bagagem técnica. As competências comportamentais também pesam no momento da contratação. Mas, por que isso ocorre? Porque a aptidão em lidar com as emoções influenciará diretamente no comportamento das pessoas no dia a dia das organizações, inclusive na performance diante das atividades.


 

Clique aqui para ver mais: Geral

0
Por Santo de Casa Endomarketing - 08 de julho de 2016.

Se você leva trabalho a sério, leia e reflita sobre esse conteúdo!


Depois de trabalhar por 15 anos em empresas tradicionais (públicas, privadas, nacionais, estrangeiras, profissionais e “de dono”), buscando chegar ao sucesso, eu cheguei!


Cheguei ao “sucesso”! E não gostei!




Será que você está sendo guiado para uma forma de sucesso em que acredita? Ou está sendo pago para anestesiar sua subjetividade, dar uma pausa na criatividade e apenas obedecer e cumprir horário?

Se você sente raiva de ir para o “trabalho”, odeia o “chefe”, não tem “saco” com os colegas etc., pode ser que você esteja preso em uma relação de emprego e não de Trabalho. Como diriam alguns sábios imprecisos: “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa…. “


Emprego é uma relação entre duas pontas, você e um empregador. É regido por um acordo, um contrato, uma forma burocrática de estabelecer o que será feito. Você presta um serviço em troca de algo, normalmente (pouca) grana.


Já o Trabalho é uma relação sua com o mundo! É a forma que você encontra para colocar sua força produtiva em ação e mostrar suas ideias e intenções de forma concreta! A contrapartida é mais ampla do que apenas dinheiro! Em geral, você consegue enxergar o impacto da sua ação! Seja em você, seja em outras pessoas! Nesse contexto, a organização na qual você atua, torna-se uma plataforma para o seu melhor!


Pois bem… o tema é super complexo e precisaremos de muitos textos para pensarmos juntos em como ter uma relação mais legal com Trabalho, emprego, produção, etc.


O lance é o seguinte. A ENORME maioria das pessoas nunca pensou sobre Trabalho. Só foi provocada a encontrar um emprego. Assim, começou uma “carreira”, fazendo algo que dava algum dinheiro e que parecia promissor (você poderia aprender algo ou crescer na empresa).


Tempos depois, começam os “problemas”, ou seja, seu cérebro volta a funcionar….

- O que eu tô fazendo aqui?

- Quem é esse cara que manda em mim?

- Por que eu tenho que chegar nesse horário?

- Por que eu tenho que usar essa roupa?

- Por que eu não posso ir embora agora, se não tem mais nada pra fazer?

- Quando eu vou ganhar mais?

- Esse cara tá sacaneando a empresa e se eu contar, eu vou rodar…

- Odeio meu chefe!

- Odeio meu funcionário!

- Odeio esses colegas falsos!

- Odeio as segundas-feiras de manhã!

- Odeio odiar isso tudo. Queria tudo diferente….


Na outra ponta, estão as empresas e organizações, com modelos ultrapassados de gestão, de relacionamento e de suporte às pessoas, tentando encaixotar a forma de produção.


Por mais que a gente diga que a culpa é das “empresas”, no fundo, as empresas são apenas um grupo de pessoas com crenças e valores parecidos. Ou seja, a mudança só virá a partir da evolução da visão das pessoas, sobre qual o papel do Trabalho. Teremos mais autonomia e precisaremos mostrar mais iniciativa e responsabilidade.


Assista ao vídeo:  https://www.youtube.com/watch?v=QAVHp6oCPQI


Fonte:  https://www.linkedin.com/pulse/essa-palestra-vai-mudar-forma-como-voc%C3%AA-enxerga-o-trabalho-pellaes?trk=pulse-det-nav_art

Clique aqui para ver mais: Geral